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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Operação prende caminhoneiros especializados em golpes na Paraíba



Golpes milionários eram aplicados contra postos de combustíveis. 
Operação conta com a PRF, Polícia Civil e Ministério Público

Do G1 PB
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Operação Rota 171 também acontece em Campina Grande (Foto: Divulgação/PRF)Operação Rota 171 também acontece em Campina Grande (Foto: Divulgação/PRF)
Policiais rodoviários federais, civis e o Ministério Público da Paraíba realizam na manhã desta quinta-feira (25) uma operação para prender caminhoneiros de vários estados do Brasil suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em clonagens de cheque com sede em São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa da PRF, até as 6h45 cinco pessoas haviam sido presas na Operação Rota 171, sendo uma em Campina Grande, outra em João Pessoa, uma em Minas Gerais e duas em São Paulo. De acordo com informações da PRF, o golpe aplicado contra postos de combustíveis é milionário.
“Esses caminhoneiros recebiam cheques de uma empresa idônea e, em seguida, repassavam para a célula criminosa, localizada em São Paulo, que fazia a clonagem dos cheques em grande quantidade. Então, os caminhoneiros chegavam para abastecer com um cheque clonado no valor de R$ 2 mil, por exemplo, e colocavam apenas R$ 500 de combustíveis. O troco era o lucro da quadrilha, que era repartido com o grupo de criminosos de São Paulo”, explicou Anderson Poddis, assessor da Polícia Rodoviária Federal na Paraíba.
Ainda segundo a PRF, grande parte do grupo é formada por paraibanos. “As investigações apontam que pelo menos 22 pessoas participavam do esquema. Podemos afirmar que se trata de um golpe milionário praticado em diversas partes do Brasil”, disse Poddis. Na Paraíba, a Operação Rota 171 acontece em João Pessoa e em Campina Grande, Agreste do estado.
Objetivo da operação é cumprir cinco mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara da Comarca Criminal de Campina Grande. Participam da Operação 80 policiais civis da Paraíba e de São Paulo, além da Polícia Rodoviária Federal paraibana. O Grupo de Autuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual também integra a operação.

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