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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Câmera em chifre combate caça ilegal de rinocerontes


Cientistas instalam equipamentos de vigilância em animais para emitir sinal de alerta quando caçadores atuam.

Da BBC
Objetivo das câmeras é proteger os animais da caça predatória (Foto: Reprodução/BBC)Objetivo das câmeras é proteger os animais da caça predatória (Foto: Reprodução/BBC)
Pequenas câmeras instaladas no chifre de rinocerontes são a última arma de ambientalistas na batalha contra caçadores ilegais.
Com uma furadeira, eles abrem um buraco no chifre onde a câmera será fixada.
Os cientistas utilizam diversas tecnologias para rastrear os caçadores. Isso permite que eles descubram o momento exato em que o animal é abatido.
Com isso, forças de segurança podem ser enviadas rapidamente ao local.
Conservacionistas dizem que, em apenas dez anos, estes majestosos animais podem desaparecer da natureza.
A esperança dos ambientalistas é que o novo sistema possa evitar a extinção da espécie.
Experimentos já são feitos na África do Sul.

fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/07/camera-em-chifre-combate-caca-ilegal-de-rinocerontes.html
Prestando atenção é possível ouvir até a respiração do animal (Foto: Reprodução/BBC)Prestando atenção é possível ouvir até a respiração do animal (Foto: Reprodução/BBC)
Com o novo sistema, quando o coração do rinoceronte parar um sinal é enviado a equipes de vigilância, que surgem no local do abate com um helicóptero (Foto: Reprodução/BBC)Com o novo sistema, quando o coração do rinoceronte parar um sinal é enviado a equipes de vigilância, que surgem no local do abate com um helicóptero (Foto: Reprodução/BBC)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Cade investiga bancos por suposto cartel em manipulação de câmbio


15 instituições são alvo da investigação, além de 30 pessoas físicas.
Cade irá apurar atuação de bancos em negociações envolvendo moedas.

Do G1, em São Paulo
A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou nesta quinta-feira (1) que abriu processo administrativo para investigar suposto cartel na manipulação de taxas de câmbio envolvendo o real e moedas estrangeiras.
Segundo comunicado do Cade, as instituições investigadas são Banco Standard de Investimentos, Banco Tokyo-Mitsubishi UFJ, Barclays, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, HSBC, JP Morgan Chase, Merril Lynch, Morgan Stanley, Nomura, Royal Bank of Canada, Royal Bank of Scotland, Standard Chartered e UBS, além de 30 pessoas físicas.
A ação do Cade ocorre em meio a investigações nos EUA e na Europa envolvendo grandes instituições financeiras acusadas de manipular o mercado global de moedas, inclusive o real.
Com a instauração do processo administrativo, os acusados serão notificados para apresentar defesa no prazo de 30 dias. Ao final da instrução processual, a Superintendência-Geral decidirá pela condenação ou arquivamento e remeterá o caso para julgamento pelo Tribunal do Cade, responsável pela decisão final.
Segundo o Cade, as práticas anticompetitivas "teriam durado, pelo menos, de 2007 a 2013".
Segundo o Cade, "existem fortes indícios de práticas anticompetitivas de fixação de preços e condições comerciais entre as instituições financeiras concorrentes". Ainda segundo o comunicado, os investigados teriam feito um cartel para fixar níveis de preços; coordenar compra e venda de moedas e propostas de preços para clientes; além de dificultar e impedir a atuação de outros operadores no mercado de câmbio envolvendo a moeda brasileira.
Também será apurada a manipulação de índices de referência de mercado de câmbio, tais como o do Banco Central do Brasil (PTAX), do WM/Reuters e do Banco Central Europeu. Esses índices são usados como parâmetro em negócios entre empresas multinacionais, instituições financeiras e investidores que avaliam contratos e ativos mundialmente.
Origem da investigação
A ação do Cade ocorre após investigações nos Estados Unidos e na Europa envolvendo grandes instituições financeiras acusadas de manipular o mercado global de moedas.
Segundo o Cade, a investigação teve início a partir de um acordo de leniência, celebrado com a Superintendência-Geral do órgão e o Ministério Público Federal, no qual um participante do suposto esquema denunciou o cartel e se comprometeu a colaborar com as autoridades naa investigações em troca da extinção ou redução da pena.
"Foram encontrados indícios adicionais de práticas anticompetitivas de compartilhamento de informações comercialmente sensíveis sobre o mercado de câmbio, como informações sobre negociações, contratos e preços futuros; ordens de clientes; estratégias e objetivos de negociação; posições confidenciais em operações e ordens específicas; e o montante de operações realizadas (fluxos de entrada e saída)", informa o Cade.
O suposto esquema teria comprometido  a concorrência nesse mercado, prejudicando as condições e os preços pagos pelos clientes em suas operações de câmbio, de forma a aumentar os lucros das empresas participantes, além de distorcer os índices de referência do mercado de câmbio.
Segundo a legislação de defesa da concorrência, a prática de infração da ordem econômica pode render multas de até 20% do valor do faturamento bruto da empresa no último exercício anterior à instauração do processo administrativo. No caso de pessoas físicas, as multas variam de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões, informa a agência Reuters.

fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/07/cade-investiga-bancos-por-suposto-cartel-em-manipulacao-de-cambio.html

Piloto de avião que caiu em Taiwan desligou motor acidentalmente


Comandante reduziu potência de motor que funcionava após falha em outro.
43 pessoas morreram em queda de aeronave da Transasia em fevereiro.

Da Reuters
O piloto do avião da Transasia que caiu em fevereiro em Taiwan, matando 43 pessoas, desligou acidentalmente o único motor que estava funcionando na aeronave segundos antes da queda, informou o Conselho de Segurança da Aviação de Taiwan nesta quinta-feira (2).
Relatório do órgão também apontou que o capitão  Liao Jian-zong havia falhado em um treinamento em um simulador em maio de 2014, parte porque ele tinha conhecimento insuficiente sobre como lidar com um motor com problemas na decolagem.
“Wow, puxei para trás o acelerador do lado errado”, é possível ouvir Liao dizer nas gravações de voz da caixa-preta do avião segundos antes da queda.
Aparentemente houve uma confusão na cabine de comando enquanto os dois capitães tentavam retomar o controle da aeronave após um dos motores parar de funcionar.
Liao reduziu a potência no acelerador que estava funcionando, mas pareceu não perceber o erro até ser tarde demais.               
Ele tentou recuperar o motor diversas vezes antes do impacto. “Impacto, impacto, preparem-se para o impacto”, o outro piloto fala na gravação.
Segundos depois o avião, que tinha 58 pessoas a bordo, caiu em Taipei. Quinze pessoas sobreviveram, mas os três pilotos e outras 40 pessoas, entre passageiros e tripulantes, morreram.
Imagens feitas por testemunha do acidente mostram o avião realizando uma manobra muito brusca sobre uma ponte e batendo na ponta do viaduto antes de cair no rio em Taiwan (Foto: Reprodução/Twitter/Missxoxo168)Imagens feitas por testemunha do acidente mostram o avião realizando uma manobra muito brusca sobre uma ponte e batendo na ponta do viaduto antes de cair no rio em Taiwan (Foto: Reprodução/Twitter/Missxoxo168)
fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/piloto-de-aviao-que-caiu-em-taiwan-desligou-motor-acidentalmente.html

Após manobra, Câmara aprova proposta para reduzir maioridade


Aprovação ocorreu um dia após PEC semelhante ser derrubada na Casa.
Idade penal reduz para 16 anos em homicídio, lesão grave e crime hediondo.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Apenas 24 horas após o plenário rejeitar a redução da maioridade para crimes graves, a Câmarados Deputados colocou novamente o tema em votação e aprovou na madrugada desta quinta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a idade penal para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. A manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), revoltou deputados contrários à mudança constitucional, gerando intensas discussões. Para virar lei, o texto ainda precisa ser apreciado mais uma vez na Casa e, depois, ser votado em outros dois turnos no Senado.
A votação da madrugada desta quinta se deu com 323 votos favoráveis, 155 contrários e 2 abstenções. Eram necessários ao menos 308 votos a favor para a matéria seguir tramitando.
De acordo com o presidente da Câmara, a votação em segundo turno deverá ocorrer após o recesso parlamentar de julho, já que é preciso cumprir prazo de cinco sessões antes da próxima votação.
Pelo texto, os jovens de 16 e 17 anos terão que cumprir a pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Ao final da votação, deputados favoráveis à mudança constitucional seguraram cartazes na tribuna em defesa da proposta e comemoraram com gritos em plenário (veja vídeo acima).
Proposta rejeitada um dia antes
A aprovação da PEC ocorre depois de a Casa derrubar, na madrugada da última quarta-feira (1º), texto semelhante, que estabelecia a redução da maioridade a casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça, crimes hediondos (como estupro), homicídio doloso, lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte, tráfico de drogas e roubo qualificado.
Após a rejeição na noite anterior, Cunha afirmou que a Casa ainda teria que votar o texto principal, mas ressaltou que isso só ocorreria após o recesso parlamentar de julho. No entanto, após reunião com parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal, ele decidiu retomar a análise do tema nesta quarta e apreciar um texto parecido com a proposta rejeitada.
Sem protestos
Jovens da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) não esperavam a retomada da votação e, por isso, não conseguiram fazer protestos como os mobilizados na noite anterior.

Cunha também não permitiu a entrada dos poucos estudantes que foram à Câmara para defender a derrubada da proposta, alegando que os manifestantes fizeram tumulto na noite anterior.
Não queremos jovem infrator na rua, mas queremos lugares decentes para que eles sejam punidos. [...] O que está em jogo é o futuro dessas gerações"
Deputado José Guimarães (PT-CE)
A decisão do presidente da Câmara de votar um texto semelhante ao derrotado de madrugada também gerou bate-boca e questionamentos por parte de deputados contrários ao texto, mas o peemedebista conseguiu prosseguir com a votação.
Como foi a votação
Durante a sessão, deputados do PT, do PSOLe do PCdoB defenderam a derrubada da PEC. O governo defende alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente e ampliar o tempo máximo de internação de 3 para 8 anos.
“Todos nós queremos resolver a questão da violência, da criminalidade, queremos evitar que crimes bárbaros terminem. Mas precisamos, de forma madura e responsável, encontrar qual a alternativa real para resolver o problema. E a alternativa real é alterarmos o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os efeitos colaterais dessa redução da maioridade penal são maiores que os alegados benefícios”, disse o deputado Henrique Fontana (PT-RS).
O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), também discursou contra a proposta. “Não queremos jovem infrator na rua, mas queremos lugares decentes para que eles sejam punidos. Mas não dá para misturar os jovens com bandidos de alta periculosidade. O que está em jogo é o futuro dessas gerações. É um retrocesso se aprovarmos essas emendas”, afirmou.
Já parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal argumentaram que a PEC não soluciona o problema da violência, mas reduz o sentimento de “impunidade”.
"Nós sabemos que a redução da maioridade penal não é a solução, mas ela vai pelo menos impor limites. Não podemos permitir que pessoas de bem, que pagam impostos, sejam vítimas desses marginais disfarçados de menores", discursou o líder do PSC, André Moura (SE).
O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), um dos articuladores da votação nesta quarta, também defendeu a redução da maioridade penal. "O PMDB afirma a sua posição de maioria pela redução da maioridade penal, nos crimes especificados. Achamos que a proposta é equilibrada, ela é restrita", disse. “A sociedade não aceita mais a impunidade e não deseja mais sentir o medo, o pavor e o receio que vem sentindo no dia a dia.”
A sociedade não aceita mais a impunidade e não deseja mais sentir o medo, o pavor e o receio que vem sentindo no dia a dia"
Deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
Emenda apresentada na quarta
A proposta derrubada nesta quarta é produto de uma emenda aglutinativa – texto produzido a partir de trechos de propostas de emenda à Constituição apensadas ao texto que está na pauta do plenário.
Essa emenda foi elaborada pela manhã por deputados do PSDB, PHS, PSD e PSC e protocolada na Secretaria-Geral da Mesa. No plenário, deputados do PT, do PDT e do PCdoB alegaram que a elaboração de uma proposta com teor muito semelhante ao texto derrubado contraria o regimento. Argumentaram ainda que, para ser votada, a emenda teria que ter sido elaborada e apensada antes da votação ocorrida durante a madrugada.
Cunha rebateu os argumentos citando o artigo 191, inciso V, do regimento interno da Câmara. Conforme esse trecho, na hipótese de rejeição do substitutivo (texto apresentado pelo relator da proposta, como é o caso), “a proposição inicial será votada por último, depois das emendas que lhe tenham sido apresentadas”.

Segundo o peemedebista, como o texto original ainda não havia sido votado, é permitida a apresentação de novas emendas aglutinativas com base nas propostas apensadas a essa redação.
Os parlamentares continuaram a protestar e Cunha chegou a bater boca com eles. “Quando o senhor é chamado de autoritário, o senhor se chateia”, protestou o deputado Glauber Braga (PSB-RJ). Cunha rebateu: “Ninguém vai vencer aqui no berro”.
“Não imagine que o senhor vai nos escravizar, porque não vai. Não imagine que todos os parlamentares vão abaixar a cabeça”, emendou Braga. O deputado Weverton Rocha (PDT-MA) acusou Cunha de “aplicar um golpe”. A deputada Erika Kokay (PT-DF) chamou o presidente da Câmara de Luiz XIV, em referência ao rei francês absolutista, e disse que ele tentava sobrepor a sua vontade à dos parlamentares.
José Guimarães (PT-CE) fez um apelo para que a votação fosse suspensa e a Câmara discutisse como alternativa um projeto de lei que tramita no Senado ampliando de 3 para 10 anos o período máximo de internação de jovens infratores.
Segundo ele, “uma discussão tão importante como essa” não poderia ser tratada “com tamanho radicalismo”. Guimarães argumentou ainda que a aprovação da emenda poderia trazer “sequelas”.
“Reverter [a posição] de ontem para hoje é o melhor caminho? Claro que não, porque pode deixar sequelas”, disse sobre o impacto da redução. No entanto, Cunha não cedeu e continuou a sessão. Os parlamentares contrários à redução da maioridade tentaram, então, obstruir a sessão, utilizando-se de manobras previstas no regimento para postergar ao máximo a votação. 

fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/07/apos-rejeitar-pec-camara-aprova-novo-texto-que-reduz-maioridade.html

Casal flagra cobra enorme devorando raposa-voadora na Austrália


Cena chocou Mille Ravn Støvring e seu namorado, Shane Tuer.
Píton gigantesca estava enrolada em árvore enquanto comia presa.

Do G1, em São Paulo
A dinamarquesa Mille Ravn Støvring flagrou uma píton enorme devorando uma raposa-voadora, maior morcego do mundo, em uma árvore em Sunrise Beach, na Austrália. Mille disse que ela e seu namorado, Shane Tuer, ficaram chocados ao flagrar a cena.
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Casal flagrou cobra enorme devorando raposa-voadora na Austrália (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers)Casal flagrou cobra enorme devorando raposa-voadora na Austrália (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers)
O casal estima que a cobra tivesse pelo menos três metros -porém, o réptil parece ser muito maior. No momento em que viram, a cena, a píton já estava na metade da refeição. Segundo Mille e Shane, a píton levou cerca de uma hora para devorar a raposa-voadora.
Casal estima que a cobra tivesse pelo menos três metros de comprimento (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers)Casal estima que a cobra tivesse pelo menos três metros de comprimento (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers)
fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2015/07/casal-flagra-cobra-enorme-devorando-raposa-voadora-na-australia.html