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terça-feira, 2 de junho de 2015

Pontes e árvores abrigam 'cadeados do amor' pelo mundo; veja locais

Paris retirou cadeados da famosa Pont des Arts por risco à estrutura.
Tradição é colocar nome de casal no cadeado e jogar a chave fora.

Do G1, em São Paulo
Centenas de milhares de "cadeados do amor" estão sendo retirados nesta segunda-feira (1°) da famosa Pont des Arts, de Paris. A medida foi tomada porque o peso dos objetos românticoscolocou em risco a estrutura da ponte do século 19.
A ponte parisiense é um dos cenários mais famosos para deixar esse tipo de cadeado -- segundo a tradição, o casal deve trancá-lo e jogar a chave fora. Mas há outros destinos do mundo onde casais deixam cadeados como símbolo de seu amor. Veja alguns deles.
Seul (Coreia do Sul)
Casal na torre de Seul; árvores estão lotadas de cadeados do amor (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)Casal na torre de Seul; árvores estão lotadas de cadeados do amor (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)
No terraço do N Seul Tower, um espaço cultural localizado na montanha que é o ponto mais alto da cidade, há cadeados do amor até nas árvores.
A mania dos apaixonados começou quando os protagonistas de um programa de TV colocaram dois cadeados na varanda da torre como símbolo de seu amor. Hoje, dezenas de milhares de cadeados do amor podem ser encontrados por toda parte no ambiente.
Roma (Itália)
Cadeados do amor na Ponte Milvio, em Roma; protagonistas de romance lançaram a tendência nesse lugar da capital italiana (Foto: Andreas Solaro/AFP)Cadeados do amor na Ponte Milvio, em Roma; protagonistas de romance lançaram a tendência nesse lugar da capital italiana (Foto: Andreas Solaro/AFP)
Inspirados pelo bestseller “Sou Louco por Você”, do escritor Federico Moccia, milhares de casais italianos e turistas imitaram os protagonistas do romance e colocaram cadeados do amor na Ponte Milvio, na capital italiana.
Assim como em Paris, recentemente a prefeitura romana removeu os cadeados da ponte, por razões de segurança.
Varsóvia (Polônia)
Ponte em Varsóvia foi construída especialmente para abrigar cadeados do amor de casais apaixonados (Foto: Janek Skarzynski/AFP)Ponte em Varsóvia foi construída especialmente para abrigar cadeados do amor de casais apaixonados (Foto: Janek Skarzynski/AFP)
Se em Paris os cadeados ameaçam a estrutura de uma ponte antiga, na cidade polonesa uma ponte foi construída em 2012 especialmente para que os casais pudessem colocar seus cadeados lá. A ponte fica no distrito de Wilanow.
Moscou (Rússia)
Garota ao lado de uma das árvores de metal que abrigam os cadeados do amor em Moscou (Foto: Kirill Kudryavtsev/AFP)Garota ao lado de uma das árvores de metal que abrigam os cadeados do amor em Moscou (Foto: Kirill Kudryavtsev/AFP)
No centro da capital russa, esculturas em forma de árvore na ponte Luzhkov e na margem do rio Moscou estão abarrotadas de cadeados do amor.
Casal passa por árvores de metal que abrigam os cadeados do amor em Moscou (Foto: Kirill Kudryavtsev/AFP)Casal passa por árvores de metal que abrigam os cadeados do amor em Moscou (Foto: Kirill Kudryavtsev/AFP)
As árvores de metal foram colocadas lá em 2007, justamente para que casais possam deixar um registro de seu amor no local, em vez de colocar os cadeados na estrutura da ponte, como em outras cidades.
Praga (República Tcheca)
Cadeados do amor na Ponte Carlos, em Praga, na República Tcheca (Foto: Michal Cizek/AFP)Cadeados do amor na Ponte Carlos, em Praga, na República Tcheca (Foto: Michal Cizek/AFP)
Com suas torres e estátuas barrocas, a Ponte Carlos (Karlův), é um dos lugares onde casais deixam cadeados na capital tcheca. Construída em 1357, a ponte é uma das mais antigas na Europa Central.

fonte: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2015/06/pontes-e-arvores-abrigam-cadeados-do-amor-pelo-mundo-veja-locais.html

Indígenas são flagrados vendendo tartarugas vivas por R$ 40 em MT


Comércio de tartarugas causa movimentação em praça de Santa Terezinha.
Segundo padre, animais são assados vivos; polícia e Ibama investigam.

Do G1 MT
Tartarugas são vendidas em praça de Santa Terezinha (MT). (Foto: Paulo Xavier/ Arquivo pessoal)Tartarugas são vendidas em praça de Santa
Terezinha (MT). (Foto: Paulo Xavier/ Arquivo pessoal)
Indígenas da etnia Karajá foram flagrados vendendo tartarugas em uma praça às margens do Rio Araguaia, no município deSanta Terezinha, a 1.329 km de Cuiabá. O padre Paulo Xavier passava pelo local nesta segunda-feira (1º) e percebeu uma movimentação intensa devido ao comércio dos animais. Ele fingiu ter interesse na compra e fez imagens que mostram as tartarugas no chão, de barriga para cima, para não fugirem, e um comprador saindo com uma tartaruga nas mãos.
A Polícia Civil do município informou que vai abrir inquérito para apurar os indícios de crime ambiental e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) alegou já ter aberto procedimento para tentar identificar, com a Fundação Nacional do Índio (Funai), os índios que estavam comercializando os animais.
Segundo a coordenadoria geral da Funai em Mato Grosso, um antropólogo da Funai foi até Santa Terezinha para conversar com os índios para conscientizá-los sobre a gravidade do crime e, assim, deixarem de comercializar as tartarugas.
Ao padre, um índio disse que cada animal custava R$ 40. Segundo o padre, a venda é rotineira e que já tentou denunciá-la, mas não obteve sucesso. "Os índios vendem tartarugas e peixes livremente pelas ruas daqui, e ninguém faz nada", contou. Os animais são assados vivos, de acordo com ele.
As tartarugas são retiradas da Ilha do Bananal, em Tocantins, segundo o padre. "Eles levam essas tartarugas de barco até Santa Terezinha para vendê-las. Mas, se tivesse fiscalização, ninguém compraria", disse. Ele contou que, quando estava fazendo o vídeo, os índios ameaçaram tomar o telefone celular dele e alegaram que precisavam fazer a venda.
Comprador é flagrado levando tartaruga nas mãos. (Foto: Paulo Xavier/ Arquivo pessoal)Comprador é flagrado levando tartaruga nas mãos.
(Foto: Paulo Xavier/ Arquivo pessoal)
A venda de animais silvestres é considerada crime ambiental. A multa varia de acordo com a espécie e vale tanto para o vendedor quanto para o comprador. Porém, no caso dos indígenas, é liberado o consumo da carne do animal.
O delegado da Polícia Civil do município, Gutemberg Lucena, alega que a prerrogativa em favor dos índios dificulta a fiscalização, pois, quando flagrados com os animais silvestres, os indígenas argumentam que é para consumo. "Essa fiscalização tem deixado a desejar por falta de efetivo. Para autuar o índio, é preciso que a Funai (Fundação Nacional do Índio) esteja junto", afirmou.
Sobre os maus tratos aos animais, que costumam ser assados vivos, o delegado disse que os compradores não-índios podem ser presos e o crime é inafiançável.
A superintendente de Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Maria Souza, informou que o órgão já abriu um processo para identificar os índios em parceria com a Funai e, posteriormente, responsabilizá-los. "A multa varia de R$ 500 a R$ 5 mil por animal", disse.

fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/06/indios-sao-flagrados-vendendo-tartarugas-em-praca-de-cidade-de-mt.html

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Segundo PF e MP, fraudes do DPVAT podem chegar a R$ 1 bilhão ao ano


Funcionário de fazenda conta como fraudadores se aproximam. Policiais também faziam parte do esquema. Investigador fez, em um ano, 6 mil BOs.

O Fantástico denuncia o golpe do DPVAT, o seguro obrigatório que o motorista que tem carro, moto, qualquer tipo de veículo, tem que pagar todo ano. O DPVAT é usado para indenizar as vítimas do trânsito. Mas tem gente que caiu do cavalo e recebeu:
Em uma noite de São Paulo, ao bater em um carro, o motoqueiro quebrou a perna e ficou em coma. Ele e todos que se machucam com alguma gravidade no trânsito brasileiro têm direito a receber uma indenização. É dinheiro do DPVAT, o seguro obrigatório.
Claro, se você cair do cavalo, se machucar jogando bola ou em uma briga, não tem direito a receber um centavo desse benefício. Só que mesmo nesses casos, o pagamento saiu. Como?
“Nós observamos vários casos absurdos. Nós não temos dúvida alguma de que as fraudes podem chegar a até R$ 1 bilhão ao ano em todo o país”, afirma o delegado da Polícia Federal Marcelo Freitas.
Em 2014, os donos de carros, motos, ônibus e caminhões pagaram quase R$ 8,5 bilhões de seguro obrigatório, o DPVAT. Por lei, 45% têm que ir para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A outra metade é para pagar as vítimas de acidentes.
Quando a polícia diz que as fraudes representam R$ 1 bilhão por ano, significa que 25% do valor destinado às indenizações em 2014 estariam sendo usado indevidamente. “Uma completa ausência de controle, uma absoluta ausência de fiscalização”, diz Freitas.
Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Nesses estados, em uma investigação recente da Polícia Federal e do Ministério Público, foi possível descobrir o caminho da fraude, que começa com uma mentira e termina com o dinheiro no bolso dos golpistas.
Gildemar trabalha em uma fazenda em Janaúba, Minas Gerais. No ano passado, ele caiu do cavalo e quebrou o pé. Diz que uma mulher o procurou e falou para ele mentir que tinha sofrido um acidente de moto.
“Falou pra mim, pra fazer uma ocorrência como tivesse caído de moto. Naquele desespero, já machucado, ela falou: ‘não, nós temos que fazer isso, vai sair um dinheiro pra nós. Vamos fazer isso, vamos fazer’. Eu peguei e fiz”, conta o trabalhador rural Gildemar Bispo de Jesus.
Ele recebeu cerca de R$ 1,7 mil do seguro obrigatório. Desse total, a golpista embolsou R$ 200. “Admito que eu menti também, mas porque eu fiz induzido”, aponta Gildemar.
O homem que caiu do cavalo foi procurado por uma 'atravessadora', uma golpista que se passa por despachante e promete resolver tudo em troca de uma porcentagem do seguro. Os fraudadores costumam ficar em escritórios perto dos hospitais ou mesmo dentro dos setores de emergência médica, à espera de novos clientes.
“Pedimos que a Polícia Federal tomasse essas providências no sentido de inibir ou de encontrar uma saída pra que esse tipo de profissional não tenha acesso”, conta o superintendente da Santa Casa de Montes Claros, Maurício Souza e Silva.
Segundo a Polícia Federal, outro golpe começou em um campinho de futebol. Leomar Miranda Santos é presidente da Câmara de Vereadores de Rubelita (MG), município de sete mil habitantes.
Fantástico: O senhor joga bola?
Leomar: Jogo bola.
Fantástico: Chuta com que perna?
Leomar: Com a direita.
Com autorização da Justiça, os telefonemas dos golpistas foram gravados. Em uma conversa, dois homens falam sobre Leomar.
Suspeito 1: Eu vi Leomar. Na verdade, ele caiu, se machucou jogando bola, né? Comenta nada com ninguém, não. Beleza? Falei: “Não, beleza.”
Fantástico: O senhor caiu de moto ou caiu jogando bola?
Leomar: Me acidentei de moto.
Fantástico: Quando foi isso?
Leomar: Foi dia...
Fantástico: Mês, por exemplo.
Leomar: Mês de maio. Dia 13 de maio. Se eu não me engano, dia 13 de maio.
No Boletim de Ocorrência, o acidente foi em 13 de maio de 2014. A investigação concluiu que as informações do BO são falsas.
Leomar: Eu quebrei o tornozelo direito.
Fantástico: Quanto o senhor recebeu de DPVAT?
Leomar: R$ 7.087, se não me engano.
Fantástico: O senhor agiu de má fé?
Leomar: De forma alguma. Provarei isso, se necessário.
Comprovada a irregularidade, o dinheiro das fraudes tem que ser devolvido.
De acordo com as investigações, policiais civis também faziam parte do esquema. Em uma delegacia de Montes Claros (MG), um único investigador chegou a fazer, em um ano, seis mil boletins de ocorrência. Todos de acidente de trânsito.
Fernando Lopes das Neves, o 'Caveirinha', é policial há 18 anos. Segundo o Ministério Público, o investigador de Montes Claros fazia ele próprio os boletins com informações falsas e também permitia que outros usassem a senha dele para acessar o sistema da polícia.
“Identificamos que a senha desse policial foi utilizada de dentro das diversas empresas que intermediavam o pagamento desse seguro”, conta o promotor de Justiça Guilherme Fernandez Silva.
O investigador foi preso em abril de 2015, acusado de receber R$ 100 de propina a cada boletim forjado. E em maio de 2015, respondia em liberdade. O Fantástico tentou falar com ele, mas nem o policial, nem o advogado responderam.
O último passo do golpe é conseguir um laudo com informações falsas, assinado por um médico. O valor da indenização paga pelo DPVAT varia conforme a lesão, que tem que ser grave e provocar invalidez permanente total ou parcial.
“É a lesão que se perpetua no tempo, ou seja, perda da utilização total daquele membro”, explica o professor de medicina legal da USP Henrique Soares.
Invalidez permanente: a indenização é de até R$ 13,5 mil. Se o acidente não foi tão grave, mas houve despesas com médico e hospital, a pessoa tem direito a até R$ 2,7 mil. Em caso de morte, o valor é R$ 13,5 mil.
Uma mulher, que não quis se identificar, foi procurada por um golpista, que conseguiu liberar o dinheiro do seguro falsificando os atestados, sem fazer nenhuma perícia. “Ele só pegou o documento, entregou para o médico e pediu pra mim ir embora: ‘pode ficar tranquila que vai dar tudo certo’. Eu não vi o médico”, conta ela.
A Seguradora Líder é a responsável pelo pagamento das indenizações. Esta semana, o Ministério Público deve entrar com uma ação civil pública contra a empresa. “A investigação aponta que há sim uma participação de dentro da seguradora Líder pra facilitar os pagamentos de fraude”, afirma Guilherme Fernandez Silva.
A seguradora nega e diz que as fraudes não chegam a R$ 1 bilhão por ano, como afirma a Polícia Federal. “Nós temos um controle de qualidade, nós fazemos auditoria. Poderá haver problema? Poderá haver problema. Afinal de contas é um país grande. Mas nós temos um cuidado muito grande, fiscalizamos com a maior intensidade possível. Fraudes efetivamente não chegam a 1% do que efetivamente acontece”, afirma o presidente da Seguradora Líder, Ricardo Xavier.
Ou seja, para a seguradora, as fraudes não somam R$ 40 milhões por ano. E a empresa recomenda que as pessoas deem entrada no pedido de indenização por conta própria. “Se a pessoa procurar uma da nossa rede autorizada, que tem 7.880 pontos de atendimento em todo Brasil, em todos os municípios, terá o atendimento gratuito”, aponta o presidente da Seguradora Líder.
“As fraudes ao seguro DPVAT estão acontecendo em cidades de Norte a Sul do país de maneira absolutamente impune, razão pela qual os órgãos têm que agir de maneira firme evitando que essas fraudes possam persistir”, alerta Marcelo Freitas.

fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/05/segundo-pf-e-mp-fraudes-do-dpvat-podem-chegar-r-1-bilhao-ao-ano.html

Japoneses projetam elevador para ir da Terra ao espaço a 200 km/h


Teste com um dos componentes do elevador está sendo feito perto de Tóquio. Sem necessidade de foguetes, ir ao espaço ficaria mais barato e seguro.

Se você não é astronauta, a ideia de passear no espaço não passaria de um sonho, né? Coisa de ficção científica, certo? Para começar, você precisaria ter, ou pegar carona, em uma nave espacial. Só que uma empresa japonesa não pensa bem assim. Ao invés de nave, eles estão desenvolvendo um super elevador para quem quer ver a Terra lá do alto.
A contagem regressiva, a ignição dos motores, a decolagem. Imagens e sons que a humanidade conhece desde a década de 60, quando os primeiros foguetes tripulados partiram da Terra.
Mas e se a aventura espacial fosse tão simples quanto embarcar em um elevador? Parece ficção científica, mas para os japoneses isso será possível, até 2050. Só que o elevador terá que subir até o andar de número 38 mil. E a ideia não é de hoje.
No fim do século 19, o cientista russo Konstantin Tsiolkovsky ficou impressionado com a Torre Eiffel, em Paris. Na época, era a maior estrutura já feita pelo homem, e ele pensou: "quem sabe podemos aumentá-la, aumentá-la... até o espaço?". Mas não passou de sonho.
A ideia andou meio esquecida até que surgiu no caminho uma outra torre: a Skytree, no centro de Tóquio. Uma das maiores do mundo, tem 634 metros de altura, quase o dobro da Torre Eiffel, de Paris. Ainda está muito longe do espaço, mas quem construiu a Skytree, já anunciou: pretende tocar a obra do elevador espacial.
O elevador subiria a 200 quilômetros por hora por um cabo, ligando a Terra ao espaço. Ultrapassaria a estação espacial internacional. Continuaria subindo e, depois de três semanas, alcançaria incríveis 100 mil quilômetros. Cerca de um terço da distância até a lua.
O Fantástico conversou com o homem que está à frente do projeto.
Yoji Ishikawa, com formação em astronáutica e estudos sobre como viveríamos na lua e em Marte.
“O elevador serviria para levar pessoas e carga, e ainda trazer recursos naturais encontrados só no espaço”, conta o Yoji Ishikawa.
O cabo ficará bem esticado e bem preso nas duas pontas: na Terra, e em uma base, no oceano. E lá em cima, em uma plataforma de desembarque. Os japoneses querem construir uma estação que vai girar na órbita da Terra.
“O elevador teria a capacidade de transportar 30 pessoas, mais a carga.”, diz Yoji.
Em uma universidade perto de Tóquio, está sendo feito o primeiro teste com um dos componentes do futuro elevador espacial: o mecanismo do veículo, que se tudo der certo, vai levar as pessoas diretamente ao espaço. Por enquanto vai só até o sexto andar do Departamento de Engenharia. É um protótipo.
Estudantes pesquisam a solução de algumas dúvidas que ainda têm pela frente. Como o formato do cabo pelo qual o elevador vai subir: os testes são feitos com uma corda cilíndrica e uma espécie de fita, mais achatada.
Sem necessidade de foguetes para vencer a gravidade, ir ao espaço ficaria mais barato e mais seguro.  Uma coisa é certa: o último andar terá a melhor vista do universo.

fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/05/japoneses-projetam-elevador-para-ir-da-terra-ao-espaco-200-kmh.html

Após não pagar táxi, americana é condenada a caminhar 48 km


Pena incomum foi aplicada por juiz no estado de Ohio.
Jovem teve que caminhar 30 milhas com tornozeleira eletrônica.

Do G1, em São Paulo
Um juiz de Ohio aplicou uma punição curiosa a uma jovem acusada de não pagar uma corrida de táxi. O juiz Michael Cicconetti, do condado de Lake, condenou Victora Bascom a caminhar 30 milhas (48 km) com uma tornozeleira eletrônica.
Victora Bascom foi condenada a caminhar 30 milhas (48 km) com tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/YouTube/NEWS NewsChannel5 )Victora Bascom foi condenada a caminhar 30 milhas (48 km) com tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/YouTube/NEWS NewsChannel5 )
Victora foi condenada depois que ela e um amigo pegaram um táxi em uma viagem de 30 milhas de Cleveland a Painesville, mas não pagaram a corrida de US$ 100. O taxista acabou entrando com um processo contra a jovem.
Durante o julgamento, Cicconetti deu duas opções para Victora: passar 30 dias na prisão ou andar 30 milhas (48 km) em 48 horas "Eu nunca fui presa e eu não queria ir para a cadeia", disse a jovem, que preferiu a fazer a caminhada.

fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2015/06/apos-nao-pagar-taxi-americana-e-condenada-caminhar-48-km.html

Motociclista 'voa' após bater em traseira de carro na BR-060; vídeo


Moto se partiu ao meio; piloto de outra moto discutiu com motorista. 
Segundo PRF, piloto foi levado para o hospital com fratura no braço. 

Do G1 GO
Um motociclista ficou ferido após bater na traseira de um carro neste domingo (31), na BR-060, emAlexânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) obteve um vídeo, feito por outro motociclista que seguia viagem logo atrás, que mostra o momento em que o piloto e a moto são lançados para o ar após a colisão (assista). 
De acordo com a PRF, o motociclista, que não foi identificado, foi resgatado e levado para um hospital em Taguatinga, no DF. A corporação informou que ele sofreu uma fratura no braço, mas não corre risco de morte.
Ainda segundo a PRF, a colisão foi tão violenta que a motocicleta se partiu ao meio depois do acidente. Algumas peças se soltaram e atingiram outro piloto que trafegava pelo local. Ele teve apenas ferimentos leves.
As imagens mostram ainda que o motociclista que estava registrando a viagem chega a atingir 209 km/h. Após o acidente, ele desce e vai tirar satisfações com o motorista do carro, que parou no acostamento. "Eu filmei, viu? Trocando de faixa sem sinalizar. Eu filmei, cala a boca. Cala a boca, eu vi. Está gravado", disse o homem, exaltado.
A assessoria de imprensa da PRF do Distrito Federal, responsável por fiscalizar a rodovia, não soube informar se o condutor do carro teve culpa pelo acidente.
Motociclista 'voa' após bater em traseira de carro BR-060, em Alexânia, Goiás; vídeo (Foto: Divulgação/PRF)Motocicleta se partiu ao meio após a colisão; piloto foi levado ao hospital (Foto: Divulgação/PRF)
fonte: http://g1.globo.com/goias/transito/noticia/2015/05/motociclista-voa-apos-bater-em-traseira-de-carro-na-br-060-video.html