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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

'Não tenho mais vida', diz mãe de jovem que sumiu após castigo


Cristiane deixou de ir ao trabalho para procurar Victória.
Jovem desapareceu no dia 20 de janeiro, em São Vicente, SP.

LG RodriguesDo G1 Santos
Victória e a mãe tinham uma boa relação antes da jovem desaparecer (Foto: Arquivo Pessoal / Cristiane de Souza Rego Reis )Victória e a mãe tinham uma boa relação
(Foto: Arquivo Pessoal / Cristiane Rego Reis )
A mãe da jovem Victória Reis Galvão, que saiu de casa em São Vicente, no litoral de São Paulo, no último dia 20, e não voltou mais, continua procurando todos os dias a filha desaparecida. A auxiliar de operações Cristiane de Souza Rego Reis registrou um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento da filha e diz que deixou de ir ao trabalho para tentar encontrar a garota.
Cristiane diz que distribui cartazes com a foto da filha diariamente para pessoas que ela encontra na rua e na praia enquanto procura a jovem. “Saio de casa todos os dias bem cedo, converso com as pessoas e procuro alguém que tenha notícias. Depois volto para casa de tarde para descansar um pouco e, em seguida, saio de madrugada novamente procurando a minha filha. Não tenho mais vida”, afirma.
Garota desapareceu no último dia 20 (Foto: Arthur Batista / Arquivo Pessoal)Garota desapareceu no último dia 20
(Foto: Arthur Batista / Arquivo Pessoal)
Para ter mais tempo de procurar a jovem, Cristiane deixou de ir trabalhar há mais de uma semana e se dedica a encontrar pistas que levem até os locais onde Victória foi vista. “Procurei todos os amigos dela, mas ninguém sabe onde ela está. Uma pessoa me disse que a avistou na praia com uma colega que havia voltado a fazer amizade com ela recentemente. Sempre que ouvimos algo assim eu e o meu marido vamos até lá para tentar alguma pista. Não vou descansar até que a minha filha coloque os pés de volta em casa”, conclui.
Desaparecimento
Victória Reis Galvão, de 14 anos, desapareceu em São Vicente, no litoral de São Paulo, no dia 20 de janeiro. Ela saiu pelo portão lateral da casa onde mora, no bairro Vila Margarida, por volta das 21h, e não voltou mais. A família registrou um boletim de ocorrência sobre o caso e a polícia investiga o paradeiro da jovem. Segundo o padrasto da garota, Arthur Batista, Victória desapareceu após receber um castigo por ter chegado tarde em casa.


fonte: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/01/nao-tenho-mais-vida-diz-mae-de-jovem-que-sumiu-apos-castigo.html

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Apresentadora sul-coreana é criticada por fazer cirurgia plástica para ficar com rosto em formato de coração


Ela se submeteu a uma radical cirurgia na mandíbula para conquistar o rosto desejado no Leste Asiático

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ANTES E DEPOIS (Foto: Divulgação)
A apresentadora de TV de um canal sul-coreano está sendo muito criticada por ter feito uma cirurgia plástica drástica para deixar seu rosto em formato de coração. Ela se submeteu a uma operação na mandíbula para ficar com o rosto em formato de "V", muito desejado pelas mulheres no Leste Asiático. O resultado final foi um queixo extremamente pontudo. Essa é uma operação de alto risco que envolve o realinhamento da mandíbula e raspagem de partes do osso para criar o formato em cone.
As reações em um fórum virtual foram as piores possíveis. "Alguém por favor me diga que isso foi photoshop!", escreveu um usuário. "Parece que ela vai arar um campo com o queixo", escreveu outro. "Ela realmente não sabe o que é a verdadeira beleza", argumentou outro internauta.
A Coréia do Sul é o maior mercado do mundo de cirurgia plástica. Uma em cada cinco mulheres de Seul já foram submetidas a algum tipo de procedimento estético. Entre os mais populares estão a cirurgia das pálpebras - que reduz o excesso de pele na pálpebra superior para fazer os olhos parecerem maiores -, a lipoaspiração - que usa ondas sonoras de alta frequência para eliminar a gordura - e retoques no nariz.
O ROSTO EM FORMATO DE CORAÇÃO DESEJADO PELA MAIORIA DAS MULHERES NO LESTE ASIÁTICO (Foto: Reprodução)

Motorista diz que não viu caçamba de pé antes de acidente, afirma delegado


Declaração foi dada em depoimento informal, no hospital.
Se confirmada a culpa, Luis Fernando responderá por homicídio culposo.

Lívia TorresDo G1 Rio
O motorista da carreta que bateu e derrubou uma passarela na Linha Amarela, na altura de Pilares, Zona Norte do Rio, deixando quatro mortos e cinco feridos na manhã desta terça-feira (28), disse à polícia que não viu a caçamba do veículo levantada. A declaração de Luis Fernando da Costa, 33 anos, que está internado no Hospital Lourenço Jorge, na Barra, Zona Oeste, foi dada em depoimento informal e confirmada pelo delegado Fábio Asty, da 44ª DP (Inhaúma). Se confirmada a culpa, ele responderá por quatro lesões corporais culposas — o quinto ferido é o próprio motorista — e quatro homicídios culposos, quando não há intenção de cometer o crime.
O motorista, com lesões no rim e nas costelas, teve que ficar internado por pelo menos mais um dia. Assim que receber alta, vai prestar depoimento na delegacia.
"Ele explicou de forma lúcida que pegou o caminhão em Água Santa e iria para a Rodoviária Novo Rio buscar entulho. Após a altura de Pilares, ele não percebeu que a caçamba tinha levantado. Vamos ver se aquilo foi feito de forma voluntária ou involuntária. Não vislumbramos o objetivo dele de fazer esse movimento. A perícia vai nos dizer se houve algum problema mecânico. O foco da investigação é esse, de saber se houve um acionamento involuntário", explicou o delegado, acrescentando que o laudo final ficará pronto em 30 dias.
 "Assim que ele for liberado do hospital, o motorista será conduzido à delegacia para depor. Ele disse que passou pela Linha Amarela para cortar caminho. O caminhão estava num bom estado de conservação. Ele teve um defeito na caixa de marchas, tinha ido para revisão e foi entregue anteontem. O Luis Fernando estava nessa empresa, Terra Prometida, há seis meses e dirigia esse caminhão há 2 meses. É um motorista experiente, com a carteira de habilitação D. É possível içar a caçamba com o veículo em movimento, mas isso demanda muita força física. A alavanca fica embaixo do volante", disse.
A velocidade relatada é 5 km/h acima do limite na pista do canto da Linha Amarela, de 80 km/h. O motorista disse também que tinha conhecimento que não era permitido trafegar na via nesse horário.
Além do motorista, serão intimados a depor os responsáveis pela empresa e os responsáveis pela Linha Amarela para saber se eles permitiam que o motorista trafegasse na via em horário proibido. O delegado também afirmou que irá verificar se o caminhão fazia serviço para a Prefeitura do Rio.
Imagens da concessionária Lamsa, que administra a via, mostram a carreta com a caçamba abaixada quando entra na via. Segundo despois, ela começa a ser erguida. O vídeo foi gravado pelas câmeras de segurança da concessionária e flagra o momento do choque.
O veículo derrubou uma passarela e fechou a via expressa em ambos os sentidos na manhã desta terça. A colisão ocorreu entre 9h e 9h30, segundo funcionários da concessionária. A reabertura no sentido Barra foi às 16h40. A previsão é de que o sentido Cidade Universitária reabra às 18h30.
Mortos e feridos
A corporação identificou os mortos no acidente como Adriano Fontes de Oliveira, 26 anos, Célia Maria, 64, Renato Soares, 62 anos, e Alexandre Almeida, que ainda não teve a idade divulgada. Célia e Adriano estavam atravessando a passarela que liga duas comunidades às margens da via expressa, no momento do impacto.
Os feridos são Glaucia Andrade, 56 anos, Jairo Z., 44 anos, Luiz Carlos Guimarães, 60 anos, e Liliane de Souza Rangel, 33 anos, além do motorista da carreta.
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Passarela foi derrubada e bloqueou o trânsito nos dois sentidos, atingindo veículos que passavam pela Linha Amarela (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)Passarela foi derrubada e bloqueou o trânsito nos dois sentidos, atingindo veículos que passavam pela Linha Amarela (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
 fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/01/motorista-diz-que-nao-viu-cacamba-de-pe-antes-de-acidente-afirma-delegado.html

Lei Anticorrupção entra em vigor nesta quarta à espera de regras


Legislação passa a permitir punição de empresas por fraudes.
Regulamentação deve estabelecer detalhes para prevenção de atos.

Gabriela GasparinDo G1, em São Paulo
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Entenda a Lei Anticorrupção (Foto: Editoria de Arte/G1)
Entra em vigor nesta quarta-feira (29) a chamada Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013), que responsabiliza e passa a permitir a punição de empresas envolvidas em atos de corrupção contra a administração pública nacional ou estrangeira. A lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto do ano passado.

Ainda precisam ser definidas as regras para que as companhias possam criar uma área interna que previna esse tipo de ato.
Até então, as empresas podiam alegar, caso fossem flagradas em alguma prática ilícita, que a infração havia sido motivada por uma atitude isolada de um funcionário ou servidor público. Acabavam sendo punidos com maior frequência apenas os agentes públicos flagrados, e era muito difícil comprovar a culpa da companhia ou do empregado.
A partir de agora, porém, as empresas envolvidas em fraudes serão alvos de processos civis e administrativos e podem pagar multa de 0,1% a 20% do faturamento anual bruto (quando não for possível calcular essa receita, o valor pode ser estipulado por um juiz e variar entre R$ 6 mil e R$ 60 milhões). Em alguns casos, a Justiça pode até determinar o fechamento da companhia (veja as penas previstas no quadro ao lado).

De acordo com o advogado Giovanni Falcetta, do escritório do Aidar SBZ, a principal diferença é que a nova lei permite que as empresas sejam punidas sem a necessidade de comprovar culpa ou dolo (por meio da chamada "responsabilidade objetiva").
"Acredito que a gente vai passar por uma mudança cultural no jeito de fazer negócios no Brasil. Antes, a gente lidava com empresas estrangeiras que estavam sujeitas a normas internacionais que não existiam aqui. (...) E [também lidava com] empresas aqui no Brasil que fazia o que bem queriam", explica.
Setor de prevenção
Pela nova lei, as companhias terão que se preocupar com a criação de um setor de "ética empresarial" para prevenir internamente atos de corrupção – chamado pelo mercado de "compliance" (conformidade, em inglês).
Para isso, a Lei Anticorrupção prevê a elaboração, pelo Executivo, de uma regulamentação com detalhes de como precisa ser esse programa de "compliance" adotado pelas empresas. De acordo com especialistas, ele não deve diferir muito de guias internacionais, como o da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
"A regulamentação será importante porque traz a necessidade de as empresas terem códigos de conduta, políticas, programas de conformidade efetivos, porque isso será julgado com relação à sua efetividade", diz Rogéria Gieremek, gerente da área de compliance da Serasa Experian. "Todo empresário vai pensar duas vezes. Se todo mundo parar de oferecer e dar propina, não restará outra alternativa senão fazer a função que se tem que fazer", avalia.
"As empresas devem desenvolver a tríade 'prevenir, detectar e remediar'", completa o advogado Falcetta.
Rogéria também explica que, entre as ações importantes a serem mantidas pelas companhias, estão o treinamento dos funcionários, a existência e a divulgação de um código de ética, e politicas para recebimentos de presentes, entre outras.

O que será regulamentado
Por enquanto, o texto da lei fala apenas que será levada em consideração para a aplicação das sanções, entre outros itens, "a existência de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no âmbito da pessoa jurídica".
A Controladoria Geral da União (CGU) disse que elaborou uma proposta de regulamentação que está sendo finalizada com a colaboração de outros órgãos do governo, sob coordenação da Casa Civil. A CGU informou, no entanto, que não há uma data definida para assinatura e publicação do projeto.
Entre os pontos que precisam ser regulamentados, segundo a CGU, está como será o processo administrativo previsto na lei e os critérios para atenuar ou agravar a punição às empresas infratoras (onde entra o sistema de "compliance").
"No fundo, a lei não fala em obrigação, mas diz que se, por acaso, você for pego ou tiver algum problema, tendo um programa de 'compliance', meios e modos de evitar a fraude, você atenua a pena", afirma o advogado Falcetta.
A Lei Anticorrupção prevê, ainda, um programa de cooperação para as companhias que colaborem com uma eventual investigação. "Você adianta o que aconteceu e busca fazer um acordo de leniência [suavização], o que reduz muito as penas", explica Falcetta. Ao colaborar com as investigações, por exemplo, a empresa pode ter a multa reduzida em até dois terços.
O texto prevê também a criação de um Cadastro Nacional de Empresas Punidas (Cnep), com a publicação dos nomes delas e as sanções aplicadas com base na lei.
Entidades empresariais questionam
Entidades empresariais ouvidas pelo G1 avaliam a nova legislação como positiva para o país. Algumas, porém, se preocupam com o fato de a companhia poder ser punida sem a necessidade da comprovação de culpa.
Em nota técnica, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia a possibilidade de a responsabilização da pessoa jurídica ser revista pelo Legislativo. "Caso fique provado que a empresa adotou todos os mecanismos de proteção e combate à corrupção e que, mesmo assim, ocorreu um fato alheio ao seu conhecimento (cometido isoladamente por determinado funcionário), ela não deverá ser responsabilizada, principalmente se colaborar com as investigações", diz o texto.
O parecer da FecomercioSP sustenta que, em alguns casos, a companhia pode não conseguir controlar a ação isolada de um funcionário específico que realizou o ato ilícito. "Trata-se de um incidente que fugiu dos mecanismos de controle, ficando alheio ao conhecimento dos dirigentes, acionistas e cotistas da empresa (e até mesmo dos demais funcionários)", cita a nota. "Nesses casos, após processo investigativo, a pessoa física que provocou o ato ilícito deveria ser responsabilizada, eximindo a empresa da responsabilidade."
É positivo. Há um certo clima de espera para ver como que a lei vai ser de fato aplicada no Brasil"
Felipe Magrim,  gerente de Relações Governamentais da Amcham-Brasi
A professora Heloisa Estellita, da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), analisa que pode existir algum questionamento no futuro com relação à constitucionalidade da lei, justamente porque ela prevê a culpa da empresa sem que haja comprovação. 
"Não precisa provar que um funcionário de uma empresa corrompeu outro com consciência e vontade da cúpula representativa da pessoa jurídica. Basta que tenha havido o ato e a fraude (...). A gente está falando em responsabilizar uma pessoa [no caso, a empresa] por algo que ela não sabia", diz.
Rogéria, da Serasa Experian, acredita que, conforme os casos forem acontecendo, será criado um histórico de decisões judiciais (jurisprudência) sobre o tema. "Há pessoas que apontam pontos de melhoria, realmente toda lei pode ser aprimorada, mas teremos o Ministério Público e o Judiciário como parceiros", destaca.
De acordo com o gerente de Relações Governamentais da Amcham-Brasil (Câmara Americana de Comércio no Brasil), Felipe Magrim, foram feitas discussões sobre o texto da legislação em reuniões da entidade. "É positivo. Há um certo clima de espera para ver como a lei vai ser de fato aplicada."
Para o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior, empresas maiores do setor varejista já têm áreas de "compliance". Ele acredita, contudo, que estabelecimentos menores podem começar a se preocupar mais com a difusão desses valores entre seus funcionários.
A efetividade da lei vai depender muito, como sempre, da fiscalização. O melhor remédio para que as pessoas não pratiquem crime é a certeza de que serão punidas.""
Heloisa Estellita, professora da
Escola de Direito da FGV
Controles pelas empresas
Gerónimo Timerman, sócio-líder da área de Forensic Services (serviços forenses, em inglês) da consultoria KPMG no Brasil, acredita que atualmente é muito difícil uma empresa brasileira ter 100% de todos os tradicionais controles de "compliance" implementados. De acordo com ele, o mercado trabalha atualmente com regulamentações internacionais. "Vai depender muito de como vai ser a regulamentação do governo", diz.
Uma pesquisa feita pela KPMG com cerca de 80 empresas brasileiras aponta que 80% dos membros de conselhos de administração, comitês de auditoria e conselhos fiscais das companhias ainda têm dúvidas sobre a Lei Anticorrupção.
Segundo o levantamento, 36% das empresas ainda não começaram a reformular suas políticas e procedimentos para ficar em conformidade com a nova legislação, e 67% afirmaram já ter pelo menos uma linha de denúncia ou canal de ouvidoria. Outros 9% disseram que esses serviços estão em fase de implementação.
Para Heloisa Estellita, da FGV, para que a lei seja efetiva, contudo, é necessária uma real fiscalização do poder público. "Isso vai depender muito, como sempre, da fiscalização. O melhor remédio para que as pessoas não pratiquem crime é a certeza de que serão punidas."

fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/01/lei-anticorrupcao-entra-em-vigor-nesta-quarta-espera-de-regras.html

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Fotos impressionantes mostram raposa congelada em lago na Suécia


Animal foi descoberto por skatista de 26 anos: "Fiquei muito triste e a imagem não sai da minha cabeça", disse sobre a experiência

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
raposa_suecia01_planeta_bicho (Foto: Jeffer Sandström)

Após vários dias de temperaturas negativas na região de Jönköping, na Suécia, o lago Bunncongelou. Em um passeio na região, o skatista Jeffer Sandström, de 26 anos, flagrou uma cena que lhe deixou em choque.
Uma raposa caiu no lago e acabou congelando.
raposa_suecia03_planeta_bicho (Foto: Jeffer Sandström)

Ao avistar algo de cor marrom no meio da água, Sandström pensou que se tratava de um pedaço de espuma, jogado por algum morador da região no lago. Mas, ao se aproximar, ele descobriu que era uma raposa, com a cabeça um pouco acima da superfície.
"Acredito que a raposa caminhava sobre a camada fina de gelo que devia cobrir o lago há alguns dias. Ela caiu e não conseguiu sair. Acabou congelando. Fiquei muito triste e a imagem não sai da minha cabeça", disse Sandström sobre sua experiência ao jornal local Aftonbladet.
raposa_suecia02_planeta_bicho (Foto: Jeffer Sandström)

Ainda neste mês de janeiro, ganhou destaque mundial a imagem de um cão passeando sobre umcardume congelado na Noruega. RELEMBRE AQUI.
cao_peixes_noruega_planeta_bicho (Foto: Ingolf Kristiansen)