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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Jovem é ameaçada após fazer vídeo com gato sendo jogado pela janela


Caso ocorreu no dia 19 de agosto em Diadema, no ABC.
'Vai, Alice! Vai, Alice! Tchau!', diz adolescente, ao empurrar o animal.

Do G1 São Paulo
Página no Facebook com ameaças à adolescente foi criada depois de o vídeo começar a circular pela internet (Foto: Reprodução/Facebook)Página no Facebook com ameaças à adolescente foi criada (Foto: Reprodução/Facebook)
Uma adolescente de Diadema, no ABC, está recebendo ameaças de internautas depois de supostamente ter postado vídeo nas redes sociais no qual aparece empurrando um gato da janela de um apartamento no 14º andar de um edifício. O caso teria ocorrido em 19 de agosto, quando o vídeo começou a ser distribuído por meio do WhatsApp e caiu na internet.
Na imagem, a jovem filma a gata, chamada Alice, antes de empurrá-la pela janela. Em seguida, ela diz: “Vai, Alice! Vai, Alice! Tchau!”. Depois, empurra o bichano, mas não consegue filmar a queda nem o impacto do animal no chão.
Horas antes, a adolescente teria escrito na conta dela do WhatsApp: “Amo mortadela, enquanto você lia, um gato saiu voando pela janela". No dia seguinte, a jovem abriu um perfil no Twitter e passou a retuítar os comentários sobre o vídeo. Posteriormente, ela postou: "NINGUÉM sabe o que eu passei". Na última mensagem, ela diz apenas "ADEUS".
Revoltados com o vídeo, um grupo criou uma página no Facebook com uma comunidade intituladada “Não adianta se esconder, vamos te jogar pela janela”, com uma foto da adolescente. Até a noite desta quarta-feira, a página havia recebido 2.719 curtidas.
O perfil da jovem no Facebook foi deletado. O G1 tentou contato por telefone com a adolescente, mas ela não atendeu as ligações nem retornou os recados deixados na caixa postal.
Vídeo mostra gata chamada Alice sendo jogada pela janela de prédio em Diadema, no ABC (Foto: Reprodução/internet)Vídeo mostra gata chamada Alice sendo jogada de prédio em Diadema, no ABC (Foto: Reprodução/internet)
fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/09/jovem-e-ameacada-apos-fazer-video-com-gato-sendo-jogado-pela-janela.html

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Itaipu prepara voo de estreia do primeiro avião elétrico brasileiro


Protótipo da aeronave tripulada está sendo desenvolvido na usina.
Ideia é aproveitar conhecimento para outros projetos de veículos elétricos.

Fabiula WurmeisterDo G1 PR, em Foz do Iguaçu
Avião elétrico Itaipu (Foto: Fabiula Wurmeister / G1)Projeto do primeiro avião elétrico tripulado brasileiro terá investimentos de R$ 1 milhão (Foto: Fabiula Wurmeister/G1)
O primeiro avião elétrico tripulado do Brasil deve fazer seu voo experimental de estreia entre outubro e novembro de 2014, preveem os especialistas do Projeto Veículo Elétrico (VE) desenvolvido pela hidrelétrica de Itaipu. Quando estiver pronta, a aeronave pesará 650 kg e terá autonomia de uma hora de voo – o equivalente a 200 km, com velocidade máxima de 340 km/h. No total, será investido R$ 1 milhão nas pesquisas.
O protótipo, com capacidade para duas pessoas, chegou ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, no dia 22 de agosto.
O desenvolvimento do projeto é em parceria com a ACS Aviation, de São José dos Campos (SP), e inclui a adaptação do modelo monomotor ACS 100 Sora a combustão para a versão elétrica, além da troca de conhecimento em tecnologia de materiais mais leves e resistentes – uma das soluções encontradas na aeronáutica para a necessidade de se reduzir peso sem perder resistência. Estão sendo desenvolvidos ainda estudos para a otimização das baterias.
“Em um veículo elétrico, seja ele um triciclo, um automóvel de passeio ou um caminhão, o peso é determinante, da mesma forma que a densidade energética das baterias”, afirma o coordenador brasileiro do Projeto VE, Celso Novais.
Ao mesmo tempo, observa o engenheiro, há também outras necessidades como estações de recarga e a busca por soluções para as baterias terem uma vida útil mais longa. “Como trabalhamos com tecnologias novas, às vezes precisamos projetar desde um parafuso até estruturas maiores, como um depósito de energia. Por isso, mais do que desenvolver os veículos elétricos, a proposta é identificar possíveis fornecedores brasileiros destes insumos e repassar a eles este conhecimento”, explicou Novais.
Avião elétrico Itaipu; Alexandre Zaramella (Foto: Fabiula Wurmeister / G1)Zaramella prevê que modelo terá apelo comercial quando
tiver maior autonomia (Foto: Fabiula Wurmeister/G1)
Modelo
Com quase 90% concluído, o modelo elétrico batizado de Sora-e vai carregar um motor elétrico duplo, fabricado naEslovênia, com potência máxima de 140 kW, e um conjunto com seis packs de baterias.
A estrutura é feita com fibra de carbono, e o painel terá tela com tecnologia touch screen. “Toda a parte estrutural está pronta, e o motor, instalado. Faltam as baterias e a hélice, que virá dosEstados Unidos, fabricada especialmente para o modelo”, disse o presidente da ACS, Alexandre Zaramella.
“A dificuldade neste projeto é que estamos desenvolvendo algo totalmente novo na área da aeronáutica. No futuro, todo esse trabalho, o histórico, as anotações técnicas, servirão como base para a certificação de outros veículos aéreos elétricos”, afirmou ao reforçar que o modelo ainda não tem apelo comercial por causa da baixa autonomia.
“Acreditamos que com o desenvolvimento da tecnologia das baterias, no prazo entre cinco e dez anos, teremos um modelo que atenda as necessidades do mercado, da mesma maneira que estamos vendo na indústria automobilística”, completou Zaramella.
Desenvolvimento
Iniciado em 1996, o Projeto VE de Itaipu tem entre os modelos já desenvolvidos carros de passeio, caminhão, micro-ônibus e patinetes. Estão em andamento projetos de ônibus híbrido etanol e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
"Desde o primeiro veículo que fabricamos aqui, a tecnologia foi passando de um para o outro, sempre com o propósito de  gerarmos mobilidade elétrica, já que o Brasil é um país privilegiado na sua matriz energética, em grande parte renovável e limpa. Além do acesso ao combustível, neste caso a energia elétrica, outra vantagem é a emissão zero de gases poluentes", afirmou o coordenador do projeto.
projeto veículo elétrico itaipu; foz do iguaçu; paraná (Foto: Fabiula Wurmeister)Projeto Veículo Elétrico é desenvolvido pela hidrelétrica de Itaipu desde 1996 (Foto: Fabiula Wurmeister)
fonte: http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2014/09/itaipu-prepara-voo-de-estreia-do-primeiro-aviao-eletrico-brasileiro.html


Helicóptero da PM tem simulador de situações de risco no céu; veja vídeo


Grupamento aéreo, que completou 30 anos, alugou máquina por R$ 519 mil.
G1 embarca em voo que simulou até uma queda da aeronave em SP.

Kleber TomazDo G1 São Paulo
Pela primeira vez, pilotos de helicópteros da Polícia Militar (PM) passarão a treinar situações de risco em um simulador de voo que usa imagens do céu de São Paulo. Para capacitar novos pilotos ou reciclar os 102 policiais militares que pilotam 21 aeronaves AS-50 Esquilo, a corporação vai pagar R$ 519 mil de aluguel do equipamento. O G1 participou de um voo de simulação (veja vídeo acima).
O valor dará direito a 525 horas de testes dentro da máquina Flight Training Device (FTD), da empresa CAE South America Flight Training. A nova fase na preparação dos policiais começou em 15 de agosto, data de aniversário do Grupamento de Radiopatrulha Aérea João Negrão, que completou em agosto 30 anos de existência.
Antes do simulador, os testes eram feitos nas próprias aeronaves, o que comprometia e limitava a formação do piloto. Eventuais problemas mecânicos, como falha no rotor de cauda, não podiam ser simulados por colocar em risco a vida do aluno.

Em agosto de 2013, um helicóptero de treinamento da PM fez pouso forçado em um voo de instrução na Represa Guarapiranga, em São Paulo. Na ocasião, uma pane no motor causou a queda da aeronave.
“Até então nós treinávamos na própria aeronave, só que nem todas as panes podem ser treinadas, na íntegra, numa aeronave”, disse o capitão Marcus Vinicius Baracho de Souza, de 46 anos, piloto da Radiopatrulha Aérea da PM, professor e instrutor de voo da escola de aviação da corporação. “Então eu posso pelo simulador realmente cortar o motor da aeronave e submeter o meu piloto à experiência que ele não teria como ter numa aeronave real”.
Por serem empregados em ações policiais, os helicópteros Esquilo foram rebatizados na corporação como ‘Águias’ da PM. A Polícia Militar também possui mais dois helicópteros de instrução, modelo Schweizer (os ‘Gaviões’) e quatro aviões que transportam tropas e levam órgãos humanos para transplantes.
Simulador de helicóptero (Foto: Kleber Tomaz / G1)Simulador tem formato cilíndrico (Foto: Kleber Tomaz / G1)
De acordo com a PM, é mais barato para os cofres públicos alugar o aparelho do que comprar um idêntico. Uma das principais funções do equipamento é reproduzir problemas de funcionamento da aeronave para possibilitar ao piloto treinar os procedimentos de emergências.
Um modelo deste custaria mais de R$ 25 milhões, fora a manutenção, segundo Alexandre Santos, engenheiro da CAE. “Esse simulador foi feito em Montreal, no Canadá, e veio no fim do ano passado ao Brasil”, disse Santos. 

Segundo Baracho de Souza, o treinamento no simulador também representa uma economia com os helicópteros da PM. “Se os pilotos treinassem em uma aeronave real, teria um custo três vezes maior, algo em torno de R$ 1,5 milhão”, falou. “Além disso, seria preciso deixar um helicóptero exclusivo para treinamento, inviabilizando seu uso para uma ação policial”.
A CAE se responsabiliza por profissionais técnicos e gastos para homologação na Agência Nacional de Aviação (Anac).
Resgate
O modelo dos helicópteros Águia possui seis lugares e custa até R$ 10 milhões. É a principal aeronave da PM no atendimento a emergências em todo o estado. São operações de resgate de vítimas de acidentes de carros, salvamento de moradores de locais atingidos por incêndios ou enchentes e perseguições a criminosos.
Piloto treina em simulador (Foto: Kleber Tomaz / G1)Pilotos da Polícia Militar vão treinar em simulador de
helicóptero em São Paulo (Foto: Kleber Tomaz / G1)
Os Águia estão espalhados em dez bases no interior e duas na capital (Campo de Marte, na Zona Norte, e Interlagos, Zona Sul). “Ele pode ir do Campo de Marte até a Avenida Paulista em três minutos”, afirmou Baracho de Souza. Os profissionais são preparados para atender à maioria das emergências em 15 minutos.
No simulador, a sensação do piloto e reação da máquina são idênticas às de um helicóptero de verdade. “É possível preparar o piloto para situações de emergências que não poderiam ser executadas num helicóptero real porque os riscos seriam quase fatais”, disse.
O aparelho que simula as condições do helicóptero é uma estrutura oval do lado de fora. Dentro, funciona como um videogame gigante, com dois assentos – para o piloto aluno e copiloto instrutor. Um programa de computador insere as imagens diante dos policiais e controla as condições do equipamento (veja no vídeo abaixo as simulações de perda de motor e de rotor de cauda).
Em ocorrências reais, o helicóptero é equipado com rádios de comunicações e câmeras de vídeos, com imagens transmitidas em tempo real à central de controle. Os policiais usam coletes à prova de balas e armas.
Se for preciso realizar um salvamento, cestos são lançados em terra ou na água. Também usam macas e guinchos para resgatar feridos. Quando preciso, a aeronave funciona como uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel. Os salário inicial de pilotos e copilotos gira em torno de R$ 5 mil.

Helicóptero Águia da PM em operação no centro de São Paulo (Foto: Divulgação / PM)Helicóptero Águia da PM em operação na região da Avenida Paulista. (Foto: Divulgação/PM)
fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/09/helicoptero-da-pm-tem-simulador-de-situacoes-de-risco-no-ceu-veja-video.html

Gravações mostram como era relação entre pai e madrasta de Bernardo


Obtido com exclusividade pelo Fantástico, o vídeo mostra um casal apaixonado. Especialistas analisam relacionamento entre Bernardo e o pai.

Esta semana, surgiram novos vídeos da família do menino Bernardo, que foi morto em abril, no interior do Rio Grande do Sul.
São imagens que o próprio pai da criança gravou, e depois apagou do telefone --mas que a perícia conseguiu recuperar.
Obtido com exclusividade pelo Fantástico, o vídeo mostra um casal apaixonado. Estava no celular de Leandro Boldrini, o pai de Bernardo.

Treze dias depois da gravação, o menino foi morto. Segundo as investigações, com uma injeção letal.

A polícia diz que, com a mulher Graciele, Leandro era carinhoso.
Já com o filho: “Vamos ver se tu é corajoso. Vamos, machão. Baixa essa faca, rapaz”, diz em uma gravação.
“Não abaixo”, responde Bernardo.

Esta gravação, em que Leandro provoca várias vezes a criança, é de junho de 2013.

Leandro: Baixa esse facão, rapaz.
Bernardo: Não.
Bernardo: Então, para o vídeo. Senão, não vou parar.
Leandro: Eu mando em você. Eu mando. Baixa isso aí.

Leandro e Graciele estão presos, acusados pela morte do menino de 11 anos, no interior gaúcho. A data do julgamento ainda não foi marcada. Na terça-feira (26), testemunhas começaram a ser ouvidas pela Justiça.

Foi quando novos vídeos sobre o caso começaram a aparecer. O pai de Bernardo tinha apagado as gravações do celular, mas a perícia conseguiu recuperá-las.

Em alguns trechos, só existe áudio. “Socorro. Meu pai me agrediu. Socorro.”, grita o menino.

A polícia acredita que Leandro e Graciele fizeram as filmagens com a intenção de mostrar para a Justiça que Bernardo tinha um comportamento agressivo.

Seria uma forma de se defender, já que nos vídeos, o menino fala várias vezes que vai denunciar o casal.

Graciele: Quer o telefone emprestado para denunciar?
Bernardo: Sim.
Graciele: Ah...
Bernardo: Empresta. Empresta.
Graciele: Quer denunciar, se vira. Não empresto. Te vira.

Mas, para a acusação, os vídeos acabaram incriminando os dois.

“Os gritos do Bernardo demonstram como ele era tratado dentro de casa. Tratado com ódio”, afirma Marlon Taborda, advogado da avó materna de Bernardo.
Bernardo: Queria que tu morresse.
Graciele: Então, nós vamos ver quem vai para debaixo da terra primeiro.

Esta gravação de áudio, entre a madrasta e Bernardo, é de agosto de 2013. No mesmo dia, foi feito um vídeo, divulgado pelo jornal “Zero Hora”.

O pai filma Bernardo dentro de um armário, chorando. “Sai. Para de me filmar. Seu idiota.”, diz o menino.
Em janeiro de 2014, Bernardo denunciou o que passava. Se queixou ao Centro de Defesa da Criança e o pedido dele de não morar mais com o pai e com a madrasta chegou ao Ministério Público. O casal tem uma filha de 1 ano.

Leandro prometeu dar mais atenção e carinho para o filho e a Justiça suspendeu o processo. Três meses se passaram até o menino ser morto.

Ao ser presa, Graciele disse à polícia que não aplicou injeção em Bernardo, que exagerou na dose de calmantes que deu ao enteado e que não tinha intenção de matá-lo. “Eu nunca quis fazer isso”, afirmou ela na época.
O Fantástico pediu a dois professores titulares de psiquiatria que analisassem as gravações.

“É uma situação de estresse máximo, onde nós temos uma criança acuada, que está em franco desespero, desamparo”, avalia Jair Mari, professor do departamento de psiquiatria da UNIFESP.

Quanto ao pai de Bernardo: “Nós estamos observando tudo aquilo que não deve ser feito. Estimulando a humilhação e não o acolhimento, que seria em falar: ‘se acalma. O papai está aqui. O papai ama você’”, explica Jair Mari.

“É importante em situações que a criança está descontrolada poder abraçá-la, poder contê-la, poder mostrar que alguém que a ajude a se controlar”, destaca Luís Augusto Rohde, professor do Departamento de Psiquiatria da UFRGS.

Com a divulgação das gravações de agosto de 2013, Leandro e Graciele podem ser investigados agora por envolvimento em outra morte.

A polícia concluiu que a mãe de Bernardo, a enfermeira Odilaine Uglione, se suicidou no dia 10 de fevereiro de 2010. Mas a família nunca aceitou isso.

Na gravação, Bernardo discute com o pai e com a madrasta quando eles falam sobre Odilaine.

Leandro: Eu sei que tua mãe é o máximo para ti. Mas simplesmente, ela te abandonou.
Bernardo: Ela não me abandonou. Tomara que tu morra! E essa coisa que morra junto!
Leandro: Tu vai ir antes. Doente do jeito que tu tá desse jeito. Teu fim vai ser igual ao da tua mãe.

Para o advogado da avó materna de Bernardo, Graciele dá a entender que Odilaine foi assassinada. “Houve uma confissão da morte da Odilaine, que o Bernardo vai ter o mesmo fim que a mãe”, afirma Marlon.

Quando já estava preso, acusado de ser o mandante da morte do filho, o médico Leandro Boldrini falou sobre a morte de Odilaine. Disse que tudo aconteceu dentro da clínica dele, em Três Passos: “Ela sacou a arma de dentro da bolsa com a mão direita, ela olhou para mim e apontou a arma nos meus olhos. Aí, eu pensei: ‘Pá, morri’".

Em uma gravação exclusiva, Leandro alegou que não viu o que se passou depois: “Procurei me abaixar e aí saí pelo lugar onde eu tinha entrado e realmente escutei o estampido”.

Segundo as investigações da época, Odilaine se suicidou com um tiro. A polícia não informou se vai reabrir o caso.

No sábado (30), o advogado de Leandro Boldrini alegou divergências com seu cliente e deixou o caso. Um novo advogado deve ser apresentado nesta segunda-feira (1º).

Leandro sempre negou as acusações. Diz que nunca planejou a morte do filho. O advogado de Graciele não quis gravar entrevista.
Dona Jussara é mãe de Odilaine Uglione. Ela visita com frequência o túmulo onde a filha e o neto estão enterrados. “É um pesadelo. A coisa que eu mais quero nessa vida hoje é justiça”, diz.

fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/gravacoes-mostram-como-era-relacao-entre-pai-e-madrasta-de-bernardo.html

Imagens mostram ventania que deixou 13 pessoas feridas em SP


Ventos quase chegaram a 100 km/h em Guarujá, no litoral de São Paulo.
Climatologista diz que não é normal a velocidade alcançada pelas rajadas.

Rodrigo MartinsDo G1 Santos
A forte ventania que atingiu a Baixada Santista neste domingo (31) causou nervosismo em muitas pessoas que transitavam pelas vias da região no momento do incidente. Em imagens conseguidas pelo G1, é possível observar que algumas pessoas ficaram desesperadas e chegaram a correr pelas ruas para tentar se proteger. Em Guarujá, no litoral de São Paulo, os ventos chegaram a 93 km/h. Já em Santos, também no litoral paulista, onde os ventos alcançaram 70 km/h, segundo a Base Aérea, 13 pessoas ficaram feridas. Algumas das vítimas se feriram durante a 'Cãominhada', na orla de Santos.
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Mulher fica ferida durante ventania em Santos (Foto: Filipe Rosa / VC no G1)Mulher fica ferida durante ventania em Santos (Foto: Filipe Rosa / VC no G1)
O climatologista Rodolfo Bonafim, da ONG Amigos da Água, destaca que é incomum que ventos na região atinjam essa velocidade. “Apesar de estarmos em uma localidade à beira-mar, onde é normal a intensidade de ventos, realmente não é muito comum o que aconteceu neste domingo. Foram 93 km/h no Guarujá, 70 km/h em Santos, fora os ventos fortes registrados em outras cidades da região. Esse é um fato que nos chama a atenção, mas que na verdade ocorreu por causa de uma área de instabilidade e de baixa pressão, que atingiu o litoral de São Paulo depois de passar pelo Sul do Brasil e pelo Vale do Ribeira”, explica.
Segundo o climatologista, porém, esse fato não possui ligação com a chegada de uma eventual frente fria no litoral paulista. “Não tem relação com frente fria. Essa é a quinta ventania em apenas 43 dias na região. Os ventos ficam mais fortes nessa época do ano, quando começa a transição do inverno para a primavera”, completa Bonafim.
Locais atingidos
Em Santos, no Morro do São Bento, o muro de uma construção acabou desabando, mas não deixou feridos. Parte de um prédio em obras na Avenida Floriano Peixoto também caiu, assim como uma árvore na Avenida Afonso Pena.
Segundo o Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros, dois rapazes que estavam em uma embarcação a vela, na altura do Canal 4, tiveram dificuldades para voltar à terra, precisando ser rebocados pela equipe da corporação. Uma árvore também caiu em Peruíbe, no litoral paulista, mas não houve feridos. Em Guarujá, outra árvore atingiu um bar no bairro Prainha, sem registro de vítimas.
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Moradores e banhistas correm e buscam abrigo durante ventania (Foto: Filipe Rosa / VC no G1)Moradores e banhistas correm e buscam abrigo durante ventania (Foto: Filipe Rosa / VC no G1)
Vítimas em Santos
Segundo a Polícia Militar, algumas pessoas ficaram feridas ao serem atingidas por telhas que se desprenderam de prédios e casas e por galhos de árvores, nas proximidades do Canal 6. Outras áreas também registraram feridos.

Das 13 vítimas, algumas delas foram atendidas e liberadas logo em seguida. No entanto, quatro pessoas ainda ficaram internadas, todas no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Santos. Dentre elas, um menino de cinco anos, que teve escoriações e uma ruptura no baço. Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa e pode ser submetido à uma cirurgia para a retirada do baço. Um homem, que sofreu uma fratura exposta na coxa, também pode ser operado nesta segunda-feira (1º).
Ventania surpreende banhistas em praia de Santos, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)Ventania surpreende banhistas em praia de Santos, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
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Galhos ficaram espalhados em ruas da cidade (Foto: Alexandre Lopes/G1)Galhos ficaram espalhados em ruas da cidade (Foto: Alexandre Lopes/ G1)
fonte: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/09/imagens-mostram-ventania-que-deixou-13-pessoas-feridas-em-sp.html